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Dicas de Adubação

Num post anterior iniciamos o assunto sobre a adubação química. Neste  continuaremos no assunto, mas agora falando um pouco das dosagens dos  componentes químicos para cada período do desenvolvimento de uma  orquídea.

Fase de crescimento

Nesta fase a planta está em pleno desenvolvimento e precisa de uma  quantidade maior de nitrogênio. Para tanto devemos fazer uso do adubo  que contenha uma quantidade maior deste componente, sendo indicado o  que contenha a formulação de 30-10-10 ou 25-10-10 (NPK).

Fase de pré-florescimento

Na fase de pré-florescimento as plantas necessitam de quantidades mais  acentuadas de fósforo e potássio, a serem ministradas no período de 3 a  4 meses antes do florescimento, visando a obtenção de maior quantidade  de flores. Devemos então utilizar o adubo na proporção de 10-30-20 ou  8-45-14 (NPK).

Fase de pós-florescimento

No pós-florescimento as orquídeas iniciam as brotações e necessitam de  uma adubação balanceada, sendo recomendada a adubação na proporção de  20-20-20 ou 18-18-18 (NPK), a ser aplicada no período que vai até 4 a 3  meses antes da fase de pré-florescimento.

Adubação balanceada

A adubação balanceada nada mais é do que aquela em que os componentes  do adubo apresentam quantidades iguais.

Até o próximo post.

Adubação Química

Vimos em um Post anterior o assunto sobre a adubação com Bokashi. Neste vamos tratar da Adubação Química.

Como sabemos, o adubo químico é aquele produzido pela indústria química e é apresentado basicamente em duas formas: líquida e granulada.

Este tipo de adubo contém em sua formulação os elementos denominados Nitrogênio, Fósforo e Potássio, comumente apresentado com as iniciais das letras de cada um deles – NPK. Estes são os macronutrientes.

Além dos macronutrientes, existem também no mercado adubos que incluem em suas formulações os micronutrientes, que são basicamente os seguintes: zinco (Zn), cobre (Cu), ferro (Fe), manganês (Mn), molibdênio (Mo), boro (B) e cloro (Cl), que são considerados essenciais às plantas. Incluem também os seguintes micronutrientes: sódio ((Na), cobalto (Co), silício (Si) e níquel (Ni) que, embora não essenciais, são benéficos às plantas.

Como regra básica, devemos aplicar a adubação química com macro e micronutrientes de forma alternada.

Feita esta introdução, passemos então à sua aplicação prática.

Antes, porém, há de ficar ressaltado que o adubo é necessário para manter as qualidades nutricionais do substrato ou do solo, uma vez que estes, principalmente em vasos pequenos, esgotam sua capacidades de nutrição muito rapidamente, deixando a planta fraca e sujeita a pragas e, por fim, ao perecimento.

Todos os fabricantes exibem nas embalagens dos produtos os modos de suas aplicações, a periodicidade e as quantidades necessárias, com base em cada caso concreto.

A prática nos tem mostrado que a aplicação de adubo em quantidade acima da indicada queima a planta, levando-a à morte. Por outro lado, se aplicada muito abaixo da indicada, não apresenta o resultado esperado.

Para não se correr o risco de prejudicar a planta, tanto pelo excesso, como pela falta de adubação, veja a seguir como proceder.

Se a embalagem diz para aplicar uma colher de chá do produto misturada a um litro de água, para um vaso de 15 (quinze) centímetros de diâmetro, a cada quinze dias, diminua a quantidade de produto pela metade na mesma quantidade de água e aplique-o a cada semana.

Assim procedendo a sua planta receberá a mesma quantidade do adubo mas em doses menores, resultando numa assimilação mais lenta dos nutrientes e com resultados plenamente satisfatórios.